segunda-feira, 28 de junho de 2010

Forgive-me

Está é a OneShot que publiquei num outro Blog. Apaguei esse Blog porque já tinha Blogs a mais, por isso publico esta OneShot aqui para nunca me esquecer dela :P
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- Dormiste bem? - Tom chega ao quarto de Bill dando-lhe uma pequena estalada na cara para este acordar.
- Mais ou menos... - Diz Bill, esfregando os olhos.
- Então, porquê? - Tom senta-se aos pés de Bill.

Bill não queria dizer a razão de ter dormido tão mal esta noite... Saberia que o seu irmão lhe iria bater outra vez. Bill estava farto. Mas não tinha coragem de fugir. Apesar de Tom ser gay e de lhe bater, Bill não era capaz de o deixar, ainda tinha a esperança que o velho Tom, o Tom que brincava com ele quando eram crianças, que era o seu melhor amigo, voltasse a ser quem era.

- Nada de especial. E tu?
- Dormi que nem um bebé. Vamos tomar o pequeno-almoço. - Tom levanta-se e puxa o irmão pelo braço até à cozinha.
- Não há leite...
- Eu vou à rua buscar. Vou aqui ao lado à mercearia. Venho já meu amor. - Tom dá um beijo na testa de Bill e sai de casa.

Bill leva as mãos à cabeça. Não sabia o que havia de fazer, estava a sofrer muito. Enquanto olhava para as nóduas negras causadas pelos murros do irmão por todo o seu corpo, Bill chorava e chorava e chorava...

Tom chega a casa. Por azar... Vê o irmão a chorar e a olhar para todo o seu corpo. Tom ficava furioso quando via este tipo de situação. Bateu com o pacote de leite, que tinha comprado, na mesa à frente da cara de Bill, fazendo com que este se assustasse. Bill olha para Tom com os olhos envidrados de légrimas, sabia o que lhe ia acontecer. Tom puxa Bill pelos cabelos até ao seu quarto. Chegando a esta divisão, empurra Bill para cima da cama.

Bill começara a chorar cada vez mais aflito. Tom não estava nada contente. Bateu na cara de Bill, primeiro com uma estalada não muito forte, mas depois com mais força, e mais força e ainda mais força até fazer sangrar a boca, os olhos e o nariz de Bill. Tom despiu o pijama de Bill. Desta vez começou a dar murros na barriga do irmão. Este já não aguentou muito mais tempo. Ao sentir tanta dor junta, desmaiou.

- Acorda... - Entre lágrimas e celuços, Tom tentava acordar o irmão. - Nunca mais volto a fazer o mesmo, prometo-te, por favor acorda! - Tom agora estava desesperado, não queria chegar a tal ponto. Estava cada vez mais aflito, pois não havia maneira do irmão acordar. Tom bate com a cabeça na parece propositadamente. E bate mais uma vez e outra... Percebeu que o que tinha andado a fazer ao irmão era muito mau, muito mau mesmo. Neste momento tinha nojo do seu próprio corpo. Lembrou-se de todos os momentos em que lhe bateu, sobretudo da vez em que o abusou sexualmente. Sentou-se calmamente ao pé de Bill. Encostou a cabeça ao ombro do irmão. Deu lhe um beijo no rosto cheio de sangue, dizendo:

- Nunca mais te vou bater, agora aprendi a lição! Gosto demasiado de ti, mas sei que tu só gostas de mim como irmão. Sei que não me amas da mesma maneira que eu. Por isso, meu irmão, eu te batia! Perdoa-me! - Tom volta a beijar a face de Bill. Este foi abrindo os olhos, conseguira ainda ouvir as palavras do irmão. Foi abrindo os olhos aos poucos e poucos, até que os abriu completamente. Tom quando viu que Bill tinha acordado, abraça-o. Pede-lhe desculpa mais uma vez. - És capaz de me perdoar?- Tom olha-o, chorando.

Bill ainda não estava completamente bem para conseguir falar, por isso apenas acenou afirmativamente com a cabeça. Os irmãos abraçam-se. Agora Bill estava orgulhoso do irmão, porque este conseguira admitir que estava errado e teve coragem de pedir desculpa pelos seus actos.

- Mas... - Bill ainda lhe custara a falar. - Vais tentar esquecer-me... E amar-me só como... Irmão... Certo?
- Claro... Tu sabes... Vai ser muito difícil, muito difícil mesmo. Mas prometo-te que farei esse esforço por ti.

Bill sorri. Tom abraça-o. Dá-lhe o abraço mais meigo e sincero do mundo. Estava feliz por o irmão não deixar de gostar dele.

Os dois dirigiram-se à casa-de-banho para tratar das feridas com que Bill tinha ficado. Rápidamente, Tom limpou o sangue do rosto do irmão. Reparou na sua cara inchada, sentia-se mal apesar de Bill o ter perdoado. Este assunto ia ficar durante muito tempo na memória dos dois. Mas juntos iam conseguir superar isso. Agora eram novamente os melhores amigos... E os irmãos mais inseparáveis do mundo...


*Fim*
 
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Se não for pedir demais, gostava que comentassem novamente :)
Bjs

domingo, 3 de janeiro de 2010

Vão ter de esperar...

Lindas tenho uma cena para vos dizer e não vai ser muito boa...
O final da minha fic está todo escrito mas o pior é que eu odiei o que escrevi, foi um final mesmo à rasca, por isso vou precisar de mais um tempinho para escrever, mas em principio vou postar no dia dos meus anos (23 de Janeiro) ou no Domingo que é o dia logo a seguir. Por isso caras leitoras e comentadoras peço imensa desculpa =(
Bjs

sábado, 21 de novembro de 2009

10 Capitulo

Olá! Desculpem estar tanto tempo sem postar, a verdade é que a minha imaginação tá-se a ir... Mas não se preocupem eu vou continuar nem que seja a última coisa que eu faça!

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*** Na nave***

- Georg. Georg. Georg! - Chamava por ele, mas Georg não me respondia.
- Bill!
- Mestre Yu. Sabe do Georg?
- Ai Bill. - Suspirou. - Nem imaginas o que acabou de acontecer!
- O quê? O que é que se passou?
- Não deste por nada?
- Não! Mas conte-me o que aconteceu!
- Enquanto tu e a Sónia estavam no Bar, o Ron apareceu... - Abri muito os olhos. - Levou o Georg e o Gustav. - Yu baixa a cabeça.
- O quê?! - Olhei à volta. - E o meu irmão e a Carol?
- Estão em segurança, conseguiram esconder-se na bagagem.
Mau! Aqueles dois na bagagem sozinhos? Dirigi-me para lá.
Quando lá cheguei estavam os dois de mãos dadas a olhar um para o outro. Fiquei escondido a ouvir a conversa.
- ... Queria dizer-te que gosto de ti... - Diz Tom envergonhado.
- Oh! Eu também te amo! - Carolina abraça-o.
Tossi de prepósito.
- Bill, maninho...
- Desculpam interromper... Mas tenho uma cena gravíssima  para vos contar...
- Amor? Que se passa? Porque é que saiste do Bar com aquela cara? - Diz Sónia entrando na bagagem.
- Isso já te explico. Agora tenho uma coisa horrivel para vos contar!
Contei-lhes que o Georg e o Gustav tinham sido raptados. Ficaram todos em estado de choque. Voltámos para ao pé de Yu.
Começámos a tentar localizar o sítio onde estava Ron. Após uma hora conseguimos descobrir que este estava em Vénus. Mesmo assim não conseguimos saber em que parte do planeta se encontrava.
- Já sei porque é que não o conseguimos localizar. - Diz Yu.
- Então? - Pergunto.
- O localizador está a perder a bateria e quando isso acontece, pode dar-nos informações erradas. Bem, mas amanhã logo vemos o que vamos fazer.
- Sim, agora vamos os quatro dormir.

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Ah! Vêem? Agora não parei a meio (unf) só por causa de vocês duas! (Seni e Cê) e mais uma vez unf
Já agora ainda só tenho metade do 11º capitulo escrito, sabem o que isso significa, não? Significa que se calhar vou ter de estar mais um tempinho sem postar! =/ Mas vou tentar escrever amanhã o resto do 11º (mas não vou postar!) e o resto da OneShot do outro Blog também.
Xau
Küsses!

sábado, 7 de novembro de 2009

9º Capitulo

Hey! Não tinha nada para fazer, por isso vim postar! Amanhã não sei se venho, pois estou a ficar sem capitulos para postar! xD
Vá leiam e comentem! *.*

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***

- Um brinde aos namorados! - Diz Tom.
Georg olha para mim e para Sónia com cara de triste.
Tenho mesmo medo que ele deixe de ser meu amigo, apesar de me ter dito que não era por causa de uma miúda que nos iamos zangar.
- Estou feliz por vocês dois. - Diz Tom. Vê que olho fixamente para Georg. - Estás preocupado com ele?
- Sim. - Baixo a cabeça.
- Ele vai conseguir dar a volta á situação, vais ver. E ainda vão ser os melhores amigos.
- Mas Tom, o meu melhor amigo sempre serás tu. - Sorrimos um para o outro. - Mas o Georg será o segundo.
- Ya, para mim também. Ele é um porreiro. Deu-me uns bons conselhos para conquistar a Carolina.
- Mas vocês ainda não andam?
- Nop. Mas vou tratar disso.
- Pois, é que eu vi-vos aos beijos e tal...
- Ya! Ai foi o melhor momento da minha vida. - Tom põe uma cara de sonhador. Fiz uma cara como quem diz «Mas este 'tá a ficar lamexas ou quê?»
- Vais conseguir mano. - Pisquei-lhe o olho.
- Amor, vamos beber um copo? - Pergunta-me Sónia.
- Sim, vamos - Continuei sentado a vê-la ir buscar o casaco.
- Ai! Viste Tom, ela chamou-me "amor"!
- Ai que sortudo. - Tom ficou com os olhos brilhantes. - Quem me dera que a Carolina me chamasse isso!
- Eu? Chamar-te o quê? - Pergunta Carolina chegando ao pé do meu irmão.
- Aaa. Eu vou beber um copo com a Sónia. - Retirei-me.
- Que estavas a dizer ao teu irmão sobre mim?
- Nada... - Suspirou de nervosismo.
- Oh, diz lá! Era alguma coisa de mal?
- Não. Claro que não. - «Pelo contrário» pensava ele.
Ficaram uns tempos a olhar um para o outro.
- Beija, beija! - Diz Gustav, aproximando Tom de Carolina.
- Gustav, pára quieto! - Gritou Tom saindo dali.

*** No Bar ***

Pedi uma Super Bock e a Sónia pediu uma Coca-Cola.
- Para que mesa vamos? - Perguntou-me.
- Pode ser para aquela lá ao fundo?
- Sim.
Sentámo-nos. Ficámos uns tempos calados. Só conseguia pensar como estaria o Georg.
- Olha Sónia... Desculpa mas eu tenho de ir ver como está o Georg.
- Tudo bem, deixa-me ir contigo...
- É melhor não. - Levantei-me e saí do Bar para ir ter com ele à nave.

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Comentem, não se esqueçam *.*
Bjs

sábado, 31 de outubro de 2009

8º Capitulo

Olá^^
A Seni-fã tá a ver-me postar!!! Sim, é isso mesmo ela tá aqui comigo e vai ler ao mesmo tempo que eu posto.
Ela não pára de me melgar para eu postar (socorro)!!! Tenho de lhe obedecer senão ela esganar-me como prometeu fazer à Cê e eu tou mais perto da Seni do que a Cê!!! Ah eee... Comentem!!! Comentem!!! Comentem!!! Se a Seni comentar não é válido pq ela tá aqui a ler ao mesmo tempo que eu tou a postar. Bem vou mas é postar que ela ainda não se calou!

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- Ron à vista! Ron à vista! - Gritava o dono do restaurante.
Os extraterrestres começaram a correr dali para fora.
- Sónia vai para a nave!
- Não, quero ir contigo! - Agarrou-me a cintura. Olhei-a.
- Está bem, mas o mestre Yu não pode saber.
Ron estava na rua a disparar para os outros extraterrestres.
Sónia e eu agarramo-lo pelos braços e erguêmo-lo no ar. Deixou cair a pistola.
- Apanhámos-te! - Gritei brutamente.
- Ainda não! - Disse ele.
Olhei para cima e percebi que estavamos a ser puxados para a nave de Ron.
Ron não nos quis prender, foi-se embora com a nave lançando-me a mim e à Sónia para fora desta.
Caí de cabeça e desmaiei.
Quando abri os olhos só percebi que alguém me beijava os lábios. Era a Sónia. Quando reparou que acordei, quebrou o beijo lentamente e disse:
- Pensei que te tinha perdido!
- Mas não perdeste.
Voltou a beijar-me e eu correspondi.
- Bill! Sónia! Estam bem? - Pergunta mestre Yu.
- Sim... - Respondi.
- Que estavam a fazer? - Pergunta Tom.
- Nada. O Bill desmaiou e eu estava a ver se ele estava bem...
- Sim, pois... - Diz mestre Yu.
- Mas para onde foi o Ron? - Pergunto.
- Fugiu outra vez. E não sei se está aqui em Mercúrio mas vou ver. - Mestre Yu afasta-se.
- Ai a minha cabeça! - Queixo-me.
- Precisas de alguma coisa, mano?
- Não.
- Ok. - Tom, Georg, Gustav e Carolina dirigem-se para a nave atrás de Yu.
- Sónia, porque é que me beijaste?
- Porque gosto de ti... - Responde atrapalhada.
- Eu também gosto de ti. E era isso que eu te ia dizer no restaurante... - Passo a mão no seu rosto.
- A sério?
- Sim. - Beijo-a. - Queres namorar comigo? - Digo entre beijos.
- Quero sim! - Sorriu. Deu-me a mão e fomos embora para a nave.

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Foi pequenino? Acham? :x
Bem eu amanhã ou assim posto o seguinte.
Beijocas

domingo, 25 de outubro de 2009

7º Capitulo

Que é que eu disse :x
"Ao fim da tarde", mas eu não aguento muito tempo sem postar quando tou bem disposta e coise, né?
Pois, amores leiam lá o sétimo capitulo.
Mas comentem, não vos vou parar de chatear para lerem e comentarem^^
Chata, eu sei mas vocês gostam :P

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- Hey, Bill. - Disse o mestre Yu. - Hey, onde vais? Temos de encontrar o Ron!
Mais uma vez não respondi.
Cheguei a uma casa abandonada. Entrei. Estava tudo muito escuro, tive de acender a luz do meu telemóvel.
***
- Tom juro que não sei para onde o teu irmão foi. Não sei se foi alguma coisa que eu disse...
- Será que ele ficou ofendido com o meu beijo com a Carolina?
- Mas o teu irmão não gosta dela. E tu sabes.
- Pois...
- Olha com isto tudo acabámos por deixar o Gustav sozinho na nave.
- Ya! 'Bora lá ter com ele, até pode ser que o Gustav tenha visto o meu irmão.
***
- Desculpa Gustav! Houve aqui um pequeno grande problema... - Diz Tom.
- Até que enfim! Decidiram voltar!
- Viste o Bill? Viste? Fala! - Diz Georg.
- Sim... Não... Quer dizer... O mestre Yu disse-me que o viu a correr para uma casa velha ou coisa assim...
- Obrigado! - Disseram os dois saindo da nave.
- Deixaram-me outra vez sozinho! - Gustav cruza os braços.
***
De repente oiço o Tom e o Georg a gritar o meu nome. Previ que iam entrar na casa onde eu estava, escondi-me debaixo de uma mesa que ali estava. Como estava escuro não iam ver que eu estava ali.
- Bem, aqui dentro não deve estar, mas eu vou mandar-lhe uma mensagem. - Disse Tom.
O quê? Eu tenho o telemóvel ligado! Vai apitar!
- Que foi isto? - Pergunta Georg.
- Ele está aqui! Era o telemóvel dele!
- Vamos procurar ali ao fundo.
- Não, esperem malta. Estou aqui... - Era melhor entregar-me.
- Mano! - Tom abraçou-me com muita força.
- Foi alguma coisa que eu disse, Bill? - Pergunta Georg.
- Não. Eu só não consigo viver sem a Sónia... - Comecei novamente a chorar.
- Sabes, eu acho que ela também gosta de ti. - Disse Georg de cabeça baixa. - Ela não gosta de mim. Vai tu em frente.
- A sério?
- Sim. Volta ao restaurante e diz-lhe o que sentes por ela.
Voltei para lá. Quando lá cheguei vi que ela estava sozinha. Sentei-me ao pé dela.
- Tenho uma cena para te dizer... - Começo.
- Eu também.
Agarrei-lhe as mãos.
- Eu...

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Esperem só para ver o que acontece xD
xoxo

6º Capitulo

Oi, como vão?
Este capitulo é praticamente só dialogo entre o Bill e o Georg. O Tom também cá entra! LOL
Hey! Quem vai ao concerto dos TH? Eu não sei mesmo se vou.
Comentem que este capitulo é muito importante para mim, tal como o sétimo.
E desculpem não ter postado ontem, é que não me apeteceu. Mas como hoje tou bem disposta talvez poste o sétimo para lá para o fim da tarde. xD
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- Vai lá...
Estava já a lavar as mãos quando...
- Hey! Anda aí coisa entre ti e a Carol, não?
- Tom? Que fazes aqui?
- Vim dar uma volta por aí e decidi parar para jantar. Hey a Carolina é boa, não é?
- É. - Baixei a cabeça.
- Que foi?
- Lembraste do meu beijo com a Sónia?
- Hum... Já percebi tudo. Tu gostas é da Sónia, não é?
- Nota-se muito?
- Sim.
- 'Tou feito com o Georg!
- Porquê? Eles andam?
- Acho que sim. Já viste como eles estão ali a conversar e a trocar sorrizinhos?
- Andas a ver mal, mano. Eles não estão a trocar sorrizinhos.
- Mas não param de falar, Tom!
- Tens medo do Georg porquê?
- Não vês a forma que ele olha para mim?
- É a forma que mereces que eu te olhe! - Georg entra na casa-de-banho.
Estou feito! E agora?
- Ouve-me puto. - Passou as mãos nos meus ombros e olhou-me nos olhos. - Nós não vamos deixar de ser amigos por causa de uma miúda. Eu acabei de lhe pedir em namoro...
- Tom! Onde vais? - Pergunto.
- Vou deixar-vos a sós. - Dizendo isto saiu.
- Deixa-me acabar. - Colocou-se por trás de mim e virou-me para o espelho, pondo novamente as mãos nos meus ombros. - Eu e a Sónia gostamos um do outro e nada vai mudar isso.
Os meus olhos envidráram-se de lágrimas salgadas que me desfocaram a visão.
- Mas peço-te uma cena. Vamos ser amigos, sim? - Deu-me um lenço de papel para as mãos.
- Ok. - Digo celuçando.
- Eu sei o que é quando estamos apaixonados e elas não gostam de nós, gostam de um amigo nosso. É difícil.
- Sim...
- Vá, limpa as lágrimas e vamos lá para fora acabar de jantar.
Assim o fiz. Quando cheguei lá fora, estava o meu irmão aos beijos com a Carolina. «Outros dois felizes» Pensei em voz alta.
- Deixa lá. Tu e o Gustav também vão arranjar umas namoradas à maneira! - Diz Georg.
Comecei a correr para fora do restaurante.
- Onde vais, Bill? - Perguntou Georg.
Não lhe respondi, só me preocupei em correr o mais depressa que pude.
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O Georg é tão mauzinho e tão querido, né? *.*
xoxo

domingo, 18 de outubro de 2009

5º Capitulo

Olá^^
Tive de obedecer à Seni-fã (lol)
Este capitulo é o meu preferido, quando lerem aquela parte vão logo perceber porquê, é já no principio e tudo! *.*
Acham que é pequenino o capitulo? :x
Quero comentários!!! Quero coments da Cê, da Sara e das outras todas, senão para o fim-de-semana não posto!
Obrigada Miss Xaphania!!! =P Vais começar a ler as minhas fics, certo? *.*
Vá lá leiam mas é a Fic e não os meus sermões xD

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Abaixámo-nos os dois para apanhar as cartas, quando os nossos lábios se tocam. Quando dei por mim estava aos beijos com a Sónia.
- Hey, hey! Então, que é isso? - Pergunta Georg.
Parece não ter ficado lá muito contente por aquele beijo ter acontecido, ou era impressão minha?
- Desculpa, Sónia. - Disse eu.
- Não faz mal. - Respondeu nervosa.
Georg olhava para mim zangado. Será que eles andam?
- 'Bora continuar a jogar? - Pergunto.
- Sim, mas desta vez ela fica comigo! - Diz Georg.
- Ok. - Respondi com medo dele.
- Agora ficas tu a jogar com a Carolina. - Disse mais uma vez o Georg.
Sem lhe responder dirigi-me para a mesa onde estava Carolina.
- Que queres jogar? - Perguntou-me.
- O que tu quiseres...
- Desconfio? Sabes qual é?
- Sei. - Abanei a cabeça afirmativamente. - Pode ser esse.
Começámos a jogar. Não conseguia estar concentrado no jogo, a Sónia só olhava para mim e eu para ela.
- Bill! Fiz-te uma pergunta. - Carolina chama-me.
- Desculpa, que estavas a dizer?
- Queres ir jantar comigo?
- Sim... - Olhei para Sónia.
***
- Sónia joga!
- Desculpa Georg. Eu estava a... A pensar!
- Sim, vê-se. Olha queres ir jantar comigo?
- Pode ser... - Ela olha para mim.
- Vamos a um restaurante de extraterrestres.
- Ya... Mas isso tem comida de jeito? É que é cozinhada por extraterrestres...
- No problem! Eles cozinham bem. Tenho a certeza que vais gostar.
- Se tu o dizes...
***
Passaram as seis horas e já estávamos em Mercúrio, eram horas de jantar. Tal como prometido fui jantar fora com a Carolina. Mas quando cheguei ao restaurante, até me vieram as lágrimas aos olhos! A Sónia e o Georg estavam lá! Será que estou apaixonado?
De repente sinto uma mão no meu ombro.
- És pontual. - Diz Carolina.
Olhei de novo para o Georg e para a Sónia.
- Eles fazem um belo par, não achas? - Pergunta-me, encantada de ver a amiga com o Georg.
- Sim...
Sentámo-nos e pedimos o jantar. Reparei que o Georg olhava para mim. De seguida olhou a Sónia.
- Eu vou só à casa-de-banho, ok Carol?

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Quero coments, quero coments, quero coments!!! Plz, plz, plz *.*

sábado, 17 de outubro de 2009

4º Capitulo


- Ok. Até amanhã. - Dizemos todos.
- Sonhem connosco! - Dizem as duas raparigas entrando na nave.
- Que susto! Que fazem aqui? - Pergunto.
- Só viemos dar as boas noites. - Diz Sónia.
- E vieram de tão longe só para isso? - Pergunta Tom.
- Hum... Na realidade viemos perguntar se podíamos dormir aqui. - Diz Carolina. - Podemos?
- Sim, claro. - Diz Gustav.
- Mas primeiro tem de saber o que estivemos a decidir antes de vocês chegarem. - Digo.
***
- Por mim o nome 'tá óptimo! - Diz Carolina.
- Sim, por mim também. Agora só falta o mestre Yu concordar.
- Sim meninas, mas agora vamos todos dormir. - Digo.
- Boa noite a todos! - Diz Carolina.
- Igualmente! - Dizemos todos.
- Sonhem comigo! - Risada total.
- Tom! - Gritamos mais uma vez em conjunto.
***
- Bom dia! - Exclama Yu ao entrar na nave.
- Bom dia. - Dizemos todos ensonados.
- 'Tiveram acordados até altas horas, não foi?
- Hum, hum.
- Bem que dorminhocos. Toca a levantar! Vá lá! Há trabalho para fazer! O Ron anda por aí a fazer das dele em Mercúrio.
- Como é que sabe que ele está em Mercúrio, mestre Yu? - Pergunta Sónia.
- Tenho um localizador! Haha, ele não me escapa! Vamos ter de recuperar a minha filha!
Levantámo-nos à pressa para iniciarmos a viagem até Mercúrio.
- Pelos meus cálculos chegaremos a Mercúrio em seis horas ou assim... - Diz Gustav.
- Desta vez vai demorar! - Diz Tom.
- Sim, vamos chegar lá perto da hora de jantar. - Diz Gustav.
- Ao menos podemos dormir mais um bocadinho. - Diz Sónia bocejando.
- Sim, mas agora vamos, temos de encontrar a minha filhae parar o Ron!
- Sim! - Dizemos todos em conjunto.
***
Já dentro da nave. estavamos os seis a jogar às cartas aos pares. Eu fiquei com a Sónia.
- Boa jogada! - Digo.
- Eu disse-te que jogo muito bem às cartas.
- Parece que sim.
Sem querer dei um murro no baralho e este caiu ao chão.

sábado, 10 de outubro de 2009

3º Capitulo

Ok, ok, eu vou postar mas só porque a Seni pediu muito, muito, muito e porque fez publicidade aos meus blogs.
Este capitulo é para ela e agora chega de tagarelice xD
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Os quatro rapazes ficaram a dormir na nave espacial, onde conversaram até altas horas.
- Mas agora que temos um grupo, devíamos impor regras... E inventar um nome! - Digo.
- Sim, e quem vai ser o chefe? - Pergunta Gustav.
Calaram-se todos.
- Então ninguém se candidata? - Pergunta Gustav novamente.
- Pois... E se deixássemos isso com o Yu? - Pergunta Tom.
- Sim, ele tem razão... - Digo.
- Vá! Malta! As regras são... - Diz Tom.
- 1º Trabalhar sempre em grupo. - Propõe Georg.
- Sim, e a segunda? - Pergunto.
- A segunda é: Perguntar sempre ao Yu antes de fazermos alguma coisa... - Diz Gustav.
- Sim, claro! Não vamos para as missões sem o avisar! - Exclamo.
- A terceira é... - Diz Tom.
- É contar sempre às miúdas e ao Yu todas as informações que vamos sacando. - Digo.
- Ya! Isso mesmo. - Diz Gustav.
- E a quarta é... - Diz Tom.
- E a quarta não! Já chega de regras malta! - Digo.
- Ya! Também acho, agora o nome... - Diz Gustav.
- Pois, isso agora é que é o mais difícil... - Diz Tom.
- Já sei! "Os demolidores"! - Diz Georg.
Riem-se todos à gargalhada.
- Esperem lá malta. Tem de ser um nome perfeito! Temos de pensar bem! - Exijo.
- "Os extraterrestres"? - Sugere Gustav.
Riem-se mais uma vez.
- Hum... Aqui os únicos extraterrestres são o Yu e os ajudantes. Nós não! - Diz Tom.
- Esperem! Já sei! Já sei! Como não somos extraterrestres mas o Yu é podemos ser "Semelhantes ao humano"? - Diz Georg.
- Espera em inglês! " The Humanoids"! Que tal? - Digo.
- Ya! - Dizem todos.
- Agora só faltam as raparigas e o Yu concordarem. - Diz Gustav.
- Mas de certeza que vão concordar! O nome é perfeito! - Diz Georg.
- Sim, depois vemos isso. Agora já é bué tarde. - Aviso.
- São duas da manhã! Fogo! - Exclama Gustav.
- Já? - Pergunta Tom.
- Parece que sim. Vá lá malta, amanhã temos de nos levantar cedo! - Avisa Gustav. - Até amanhã!

sábado, 3 de outubro de 2009

2º Capitulo

1º Quero agradecer à Schäfer.Listing por se tornar leitora.
2º É aqui que aparecem o Georg e o Gustav!
3º Cê e Seni-fã quero coments à mesma senão... Vá, vá 2º Capitulo! xD



Já era noite e eles não nos devolviam a mota. Foi então que a nave espacial nos puxou aos quatro lá para dentro.
- Tenho medo! - Diz Sónia.

- Calma, amiga...
- Quem são vocês? Que querem de nós? - Pergunto.
- Calma. Chamei-vos aqui para entrarem numa missão. - Disse um extraterrestre verde com dois grandes olhos roxos.
Tom começa-se a rir.

- Há algum problema? - Pergunta o extraterrestre Yu. - Eu sei que sou esquisito mas não é preciso rires-te.
- É que tens as calças rotas!
- Ah! Isso. Eu conto-vos toda a história pelo caminho até Marte.
- Marte?! - Exclamámos os quatro.
- Sim, não se preocupem. Não há perigo.
O extraterrestre sentou-se na sua cadeira para pilotar a nave, enquanto os seus ajudantes nos distribuíam sumos.
- Então foi assim. Eu estava sossegado em minha casa, quando oiço um grande estrondo. Era um extraterrestre igualzinho a mim só que em vez de ser verde era vermelho. Ele destruiu-me a casa e roubou-me tudo o que era valioso. Incluindo a minha querida filha Maguie. - Diz olhando para uma fotografia dela, deixando cair algumas lágrimas em cima desta. - Tentei salvá-la mas não pude. O extraterrestre Ron meteu-me dentro de uma jaula. Lá consegui sair com a ajuda dos meus ajudantes. E foi aí que rompi as minhas calças, senhor Tom!
- Hã? Espera lá ó verdinho, como é que sabes o meu nome?
- Eu sei tudo o que se passa no teu planeta.
Olhámos uns para os outros.
- Ah, sim? - Pergunto.
- Sim. Olhem chegámos.
Tínhamos chegado a Marte ao fim de meia-hora, aquela nave era mesmo rápida!
Tivemos de usar máscaras para respirar e uns fatos especiais para aquele clima.
Aquilo era horrível. Só havia rochas por todo o lado e algumas casas de extraterrestres.
- Para além de vocês, também fui buscar outros dois rapazes ontem. - Disse o extraterrestre. - São aqueles ali da vossa esquerda. Vocês os dois vão formar um grupo com eles.
- Então e nós as duas? - Pergunta Carolina.
- Vocês também podem fazer parte do grupo, mas não podem entrar nas missões.
As duas raparigas baixaram as cabeças.
Aproximámo-nos dos outros dois rapazes.
- Olá. Eu sou o Bill.
- E eu o Tom.
- Olá. Chamo-me Gustav.
- Oi! Eu sou o Georg. E quem são estas duas madames?
- São a Sónia e a Carolina. - Diz Tom.
- Hum. Que bem. São vocês os quatro que vão formar equipa connosco? - Pergunta Georg.
- Somos, mas eu e ela não podemos ir às missões. - Diz Sónia baixando novamente a cabeça.
- Ainda bem! As Ladys têm de ficar em protecção! - Digo.
- Oh Bill, que seca! Nós também queremos aventuras! - Diz Carolina.
- Ya! Concordo! - Diz Sónia.
- Mas não vão e acabou! - Diz Tom seriamente.
- Ok. - Dissemos as duas em coro.
***
O extraterrestre Yu levou-as para uma casa ali perto, não era a dele, pois tinha sido destruída pelo extraterrestre Ron.

1º Capitulo

O primeiro capitulo fica já hoje, o segundo amanhã e o terceiro na segunda.
Quero comentários, como só tenho duas leitoras até agora, só exijo dois.
Não tenho mais nada a dizer, espero que gostem, agora 1º CAPITULO!!!

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Eu era apaixonado por motas e por aventuras. O meu irmão era igualzinho a mim. Ambos tínhamos um sonho. Viajar no Espaço!

O nosso ídolo era Neil Armstrong, o primeiro homem a pisar a lua.

Eu e Tom estávamos sempre a pensar: « Que sorte a dele! Também queremos pisar a lua!»

***

- Queres ir dar uma volta de mota? - Pergunta Tom.

- Sim, já vou. 'Tou só aqui a fazer uma cena no PC. - Respondo.

- Hey! Bué fixe! É o Armstrong!

- Yap. 'Tou a fazer uma espécie de resumo sobre a aventura dele.

- Hum... Fixe. Bem, vou andando.

- Eu já lá vou ter contigo.

***

- 'Bora! Mete lá a máquina a trabalhar! - Diz Tom.

- Já tá. 'Bora lá!

Pelo caminho parámos para ir comer ao MacDonald's.

Quando entrámos lá dentro pedimos um Wrap com batatas e sentámo-nos ao pé de duas miúdas.

- Como te chamas? - Perguntei.

- Sónia. - Respondeu-me tímida.

- Chamo-me Bill. Este é o Tom, o meu irmão. Gémeo...

- Olá. Eu chamo-me Carolina. - Disse a outra.

- Isto calha bem. Uma loira e outra morena. - Sussurrou-me Tom.

- Mano, pára com isso. Não comeces.

Tom riu-se.

- Que se passa?

- Nada, princesas. O Tom 'tá a parvar. - Digo olhando de lado para ele.

Acabámos de comer e fomos para a rua.
Quando lá chegámos não encontrávamos a mota.

- Olhem ali em cima! - Disse Sónia.

Olhei para cima. Que cena tão estranha. A mota estava a ser puxada por uma nave espacial.

- Hey! Devolvam-nos a mota! - Grita Tom.

Nova FanFic

Apresentação:

Nome: "The Humanoids"

Personagens Principais: Bill Kaulitz, Tom Kaulitz, Georg Listing, Gustav Schäfer, Sónia (eu) e Carolina (Seni-fã).

Personagens Secundárias: Extraterrestre Yu, Maguie (a filha de Yu) e extraterrestre Ron.

Podem aparecer figurantes.

Estado da FanFic: Ainda a ser escrita.

Introdução: Uma FanFic com aventura espaciais, lutas entre estraterrestres e humanos, amor e odio.

sábado, 26 de setembro de 2009

Hein? Que tal? Comentem!!!

1) Bill com o seu novo look
2) Twins à bulha (até parece que é verdade xD)
3) Uma imagem que encontrei num site
4) Outra que encontrei no mesmo site que a anterior
5) O "meu" Bill todo giraço!^^
6) Outra foto linda! Do Bill claro pá!
7) Uma imagem da melhor banda no universo!






É o último!!!

11º Capitulo




***

- Vês? Eu disse que era pela direita! - Disse Bill.

- Ok vamos voltar para trás.

- 'Bora, depressa!

Ao fim de uma esquina finalmente encontraram.

- Sim é esta, a tal do nome esquisito. - Disse Tom.

- Yes! Encontrámos!

- Finalmente!

Foram à entrevista e para surpresa de Bill, o dono daquela empresa era o homem que ele encontrara a pedir gemola à alguns dias atrás!

Bill e Tom explicaram toda a história da sua vida. O homem disse que tinha vindo ali parar da mesma forma que os gémeos.

Tom foi logo contratado e receberam uma casa grátis que ficava nas instalações daquela empresa! E não só... Ao fim de um mês o tal homem reformou-se e nomeou Tom como dono, a partir desse momento a empresa passou-se a chamar: "Empresa Kaulitz"

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Eu disse que era pequenino! xD Espero que tenham gostado^^

10º Capitulo


Olá^^

Pró fim-de-semana só venho aqui postar uns poemas ou assim. As aulas dão cabo de mim. Logo no inicio do ano, os profs já 'tão a mandar TPCs que até se lixam! Por isso posto os dois últimos logo hoje.^^

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- Olha as malas Tom!

- Ah, sim!

A viagem durou apenas uma hora. Chegaram ao México num instante. Agora só faltava apanhar um táxi até aquela rua que ficava centrada em Cidade do México (a capital) e encontrar a empresa.

Ao fim de meia hora, já estavam a procurar a empresa, mas não a conseguiam encontrar. Tentaram falar com as pessoas mas ninguém conhecia aquela empresa. Claro que tiveram de falar espanhol.

***

- Mano. 'Tou-te a dizer que já sei onde é! É para a nossa direita! - Diz Bill.

- Tu cala-te que só 'tas a atrapalhar! É para a esquerda!

- Não é!

- Cala-te! Fecha mas é essa bocarra e não me enerves! Só me atrapalhas! Devias ter ficado em casa!

Bill começa a chorar depois destas palavras.

- Vá lá desculpa, eu não queria dizer aquilo. - Tom agarra o irmão. - Don't cry, nós vamos encontrar a empresa.

Seguiram pela esquerda.

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Foi pequenino, foi?^^ É porque são os dois últimos capítulos. xD Sim o último também é pequenino, enfim -.-' Quero coments! (pelo menos 2, um da Seni e outro da Cê xD) Senão para a semana não posto nem imagens, nem poemas nem nada disso :X

Tschüss! küsses!

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

9º Capitulo




***

De manhã...

- Ai mano! Ninguém precisa! Ou melhor, ninguém tem carro! - Exclama Tom.

- Eu disse que não era assim que íamos conseguir.

De repente passa um homem a gritar, distribuindo folhetos. Tom agarrou dois.

- Olha mano! No México há uma grande empresa a precisar de muitos mecânicos.

- Quantos?

- 50 mecânicos, acreditas?

Bill encolheu os ombros.

- Olha: viagem de avião paga. Recebemos 12 mil euros por semana! - Observa Tom.
- Fixe! Então podemos fazer a tal viagem de borla só temos de mostrar estes folhetos.

- Sim! E com os ordenados podemos comprar uma casa! - Exclama Tom

- E enquanto não pudermos comprá-la ficamos nos hotéis ou assim.

Não esperaram mais tempo e foram ao aeroporto mais próximo.

Depois de uma hora a pé lá chegaram, mostraram os folhetos e esperaram pelo avião.
Estavam fartos de esperar, por isso foram ver um jardim que ficava ali ao lado.
- Olha, que flores tão bonitas. - Tom pegou em duas e ofereceu uma ao irmão.
- Obrigado, maninho.
- Achas que tenho oportunidade?
- Sim, claro que tens. Vais ver que nos vamos safar! À terceira é de vez!
O avião finalmente chegou e os gémeos foram a correr para lá.

domingo, 20 de setembro de 2009

7º e 8º Capítulos



***
No dia seguinte Tom foi fazer a mesma coisa que o irmão, ou seja procurar emprego nos jornais. Este procurou em vários, em vários, em vários... Até que encontrou um de mecânica. Era a área dele.
Voltou para casa a correr depois de comprar o jornal.
- Hey mano, o que aconteceu? - Pergunta Bill.
- Encontrei! Olha! Olha! Encontrei!
Bill olhou bem para o jornal.
- Boa, agora tens de ir a esta rua que aqui diz, para te entrevistarem, certo?
- Sim, isso mesmo.
Tom lá foi no dia seguinte, mas depois de tanto esforço a encontrar a rua, o escritório e depois de estar numa grande fila para ser entrevistado... Foi recusado.
***
- O quê? Não acredito, mas porquê?
- Nem eu sei. Parvos!
Tom levantou-se do sofá.
Onde vais mano? Tom!
Tom subiu ao terraço de um prédio ali próximo. Bill quando lá o viu, correu a toda a velocidade para junto do irmão, esbarrando com algumas pessoas pelo caminho.
- Tom! Mano não faças isso, por favor!
- Era a minha primeira e última hipótese.
- Não era nada! Tom desce daí, vamos conversar.
Tom não ligou. Já se ia a atirar para lá para baixo, quando Bill o consegue agarrar apenas por um braço.
- Tom, não te vou largar!
As pessoas lá em baixo ficavam a olhar fixamente para os gémeos sem fazer nada.
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- Larga-me!
- Não! Vamos falar Tom! Tu podes conseguir outro emprego! Vamos tentar outra vez!
- Não!
- Tom, a sério... Anda daí eu ajudo-te.
Ao fim de tanto puxar por Tom, Bill consegue que o irmão venha para cima do terraço.
- Temos de tentar que arranjes o teu emprego outra vez! E vamos conseguir!
- Mas como irmão? - Duas lágrimas se estendem ao longo do rosto de Tom.
- Não chores. Anda cá. - Bill abraçou o irmão, limpando-lhe as lágrimas que escorriam cada vez mais na cara de Tom.
- Como pensas ajudar-me?
- Não sei, mas amanhã logo vemos. - Bill olha para o céu. - Bem! Como o tempo passa voar! Já é hora de jantar! Rimou!
- És doido! - Tom sorriu, pegando na mão de Bill. - Vamos.
Dirigiram-se para casa, com as pessoas a olharem para eles até entrarem em casa.
- Vamos jantar. Depois pensamos no que vamos fazer amanhã. - Disse Bill.
***
- Já sei mano! - Exclamou Tom. - E se eu andasse na rua a perguntar às pessoas se precisam de arranjar os carros ou assim?
- O quê?
- Vês outra solução?
- Não. Já puxei muito pela cabeça mas...
- Então pronto! 'Tá decidido!
Foram-se deitar.
6º Capitulo



- Sim. E às vezes penso o que seria de mim sem ela. 'Tava sempre a aturar-te era o que era!
- Ok! Já não te incomodo mais!
***
- Já acabei as limpezas, vou comprar o jornal. - Disse Bill.
- Vai lá. Mas tu agora compras o jornal?
- Yap.
Na verdade Bill queria ver os empregos nos jornais às escondidas do irmão para lhe surpreender.
***
Na papelaria...
- Dê-me o jornal desta semana, por favor.
- Aqui tem. - O senhor da papelaria estendeu-lhe o jornal.
Bill olhou, olhou... Mas só encontrava empregos que pagavam mal ou que o irmão não sabia fazer.
- São dois eu...
- Não desculpe eu não vou comprar, obrigado. - Interrompeu Bill, devolvendo o jornal ao senhor.
Voltou para casa de cabeça baixa.
- Então mano? O jornal? - Perguntou Tom.
- Não tinha nada de jeito para ler.
- 'Tá bem.
5º Capitulo



Já a comer, Tom diz:
- Amanhã vou procurar um novo emprego...
- Ah! Assim é que eu gosto que o meu maninho fale.
Tom sorriu.
- Sim, 'tá bem, agora vamos acabar de comer.
- Mas então quer dizer que me vais ajudar a limpar a casa, certo? - Pergunta Bill.
- Sim. - Disse Tom sem ânimo. - Mas sabes que ainda não sei fazer nada.
- Na boa, eu ensino-te.
- Pronto, já vi que não me escapo.
- Ai pronto! Podes ficar a ver televisão! Mas não me atrapalhes!
- Yes! Obrigado mano! - Tom encheu a cara de Bill de beijos.
- 'Tá bem, chega pá!
Tom riu-se à gargalhada.
- Sorry.
- Bá lá comer!
- "Bá" lá comer? - Tom voltou a rir-se.
- Ó pá! Tu percebeste muito bem.
***
- Ó mano! Deixa lá as limpezas! Vem práqui uma beca!
- Tu prometeste que não me atrapalhavas!
- 'Tava a fazer figas!
Bill pousa as mãos na cintura e olha para o irmão.
- Olha lá. Tu só pensas na porcaria da televisão?